Canto Cidadão leva teatro a milhares de pessoas em hospitais

A iniciativa visitará cinco hospitais públicos e filantrópicos da Grande São Paulo

Trupe Dunavô se apresenta no Festival de Circo em Piracicaba

Pelo segundo ano consecutivo, o Festival Paulista de Circo recebe uma das grandes revelações do Circo e Teatro de São Paulo

Teatro do Incêndio inaugura sede com espetáculo que evoca a sabedoria popular

O Teatro do Incêndio inaugura sua nova sede, no Bixiga, no dia 16 de setembro (sábado, às 20h) com a estreia do espetáculo A Gente Submersa

Matheus Ceará em “O Nome do Show Você Decide”

Matheus Ceará dará um carro para quem sugerir o nome mais criativo para o seu novo show

Um berço de pedra

Montagem vencedora do Prêmio Shell de melhor iluminação (Miló Martins) e Prêmio Aplauso Brasil de melhor ator coadjuvante (Eucir de Souza), indicada em seis categorias aos prêmios SHELL, APCA e Aplauso Brasil

Alakazan "A Fábrica Mágica"

Senhoras e senhores, preparem-se para uma grande viagem ao divertido universo de magia e fantasia do Circo dos Sonhos
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O negócio teatro repetia nos trópicos as matrizes seculares que fizeram fortunas na Europa e na América do Norte. A profissionalização teve o seu divisor de águas com a chegada do mecenato das verbas das leis de incentivo nos anos 90 e agora no novo século. Não se pode deixar de registrar o impacto da dramaturgia eletrônica, especialmente as telenovelas, que criaram astros capazes de encher as salas.

Hoje, em um período de espetáculos que se realizam de sexta a domingo, em que teatros fecham e se transformam em igrejas, em que espetáculos são montados só para cumprir a temporada mínima para receber as verbas da lei de incentivo fiscal, sem preocupação com a bilheteria, e até em que o público fica assustado em sair tarde das sessões por causa da violência, encontramos alguns sinais que são animadores.

O primeiro deles é uma nova geração de talentos. São atores, diretores, autores, técnicos e produtores empenhados em uma profissionalização ímpar. A renovação de talentos tem sido acompanhada de uma elevada capacidade de abraçar a carreira como profissão de vida.

Um exemplo é o que ocorre no teatro musical. O Brasil é hoje referência internacional. Até os espetáculos que vêm de fora do País e são montados aqui recebem elogios dos produtores pelo elevado grau de profissionalismo dos brasileiros.

O Jornal de Teatro surge para ajudar neste processo de capacitação profissional. É um jornal para quem vive do teatro e para o teatro. Abordaremos aspectos da profissão raramente enfocados  em outras mídias.

Não se trata de mais uma publicação de roteiro e para o público final. Nem uma publicação para discussão acadêmica do setor. Trata-se de uma publicação especializada para profissionais, a exemplo de outras do portfólio da Aver Editora.

Trata-se de ocupar uma lacuna que existe a partir da profissionalização. As pautas e editorias visarão sempre colocar em foco o teatro como profissão, carreira, negócio e arte que precisa ser respeitada por suas raízes milenares.

Estaremos também democratizando a informação, hoje privilégio de quem vive no eixo Rio-São Paulo. Estaremos utilizando a estrutura jornalística da Aver Editora, com suas redações regionais em Brasília, Porto Alegre, Florianópolis e em breve Salvador, Curitiba e Belo Horizonte, além é claro do Rio de Janeiro e de São Paulo, que funcionam como matrizes.

O nosso conteúdo estará disponível em site aberto, o www.jornaldeteatro.com.br, permitindo o acesso daqueles que, estando fora dos grandes centros, queiram fazer da atividade a sua profissão.

Nascemos também com a missão de promover a integração regional com os nossos países vizinhos. Realidades muito próximas a nós. Ao mesmo tempo tão perto e tão longe! O primeiro passo foi dado com a troca de conteúdo com a argentina Multis x El Foro – Revista de Teatro, editada em Buenos Aires, com quem estabelecemos um convênio de troca de conteúdo que já poderá ser visto a partir da próxima edição.

O Jornal de Teatro nasce com uma missão. Nasce com propósitos nobres e para ser um espaço da classe e para a classe.

A partir de agora, este jornal é seu. Pertence àqueles que querem a profissionalização de um setor, que no século passado foi a razão de viver de várias gerações. O nosso setor, que sempre viveu de ciclos, tem agora uma retomada pela profissionalização e a nossa publicação fará a sua parte.

Cláudio Magnavita
Presidente da Aver Editora