Canto Cidadão leva teatro a milhares de pessoas em hospitais

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Trupe Dunavô se apresenta no Festival de Circo em Piracicaba

Pelo segundo ano consecutivo, o Festival Paulista de Circo recebe uma das grandes revelações do Circo e Teatro de São Paulo

Teatro do Incêndio inaugura sede com espetáculo que evoca a sabedoria popular

O Teatro do Incêndio inaugura sua nova sede, no Bixiga, no dia 16 de setembro (sábado, às 20h) com a estreia do espetáculo A Gente Submersa

Matheus Ceará em “O Nome do Show Você Decide”

Matheus Ceará dará um carro para quem sugerir o nome mais criativo para o seu novo show

Um berço de pedra

Montagem vencedora do Prêmio Shell de melhor iluminação (Miló Martins) e Prêmio Aplauso Brasil de melhor ator coadjuvante (Eucir de Souza), indicada em seis categorias aos prêmios SHELL, APCA e Aplauso Brasil

Alakazan "A Fábrica Mágica"

Senhoras e senhores, preparem-se para uma grande viagem ao divertido universo de magia e fantasia do Circo dos Sonhos
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A atriz Kelzy Ecard, recente vencedora do Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) de Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho em “Rasga Coração”, está em cartaz com o espetáculo solo musical “Meu Caro Amigo”, inspirado na obra de Chico Buarque de Hollanda. O texto é de Felipe Barenco; a direção de Joana Lebreiro (diretora dos bem sucedidos musicais sobre Antonio Maria, Mario Lago e Ary Barroso); e a direção musical de Marcelo Alonso Neves. A música ao vivo é executada pelo pianista João Bittencourt. A peça é apresentada no Centro Cultural dos Correios, no centro do Rio.

A ideia deste musical surgiu da paixão dos criadores do espetáculo pela obra de Chico e sua onipresença nas vidas dos brasileiros, ora como trilha sonora de nossas histórias pessoais, ora como retrato da história recente do país.  “Meu Caro Amigo” não é um espetáculo biográfico sobre o compositor, mas uma ficção que busca, através da história da fã Norma, estabelecer um diálogo entre memória individual e memória nacional. Entendendo a música como poderoso veículo de compartilhamento de memória, o objetivo é despertar no espectador a lembrança de sua própria história ao mergulhar na saga desta mulher embalada pelas canções de Chico.  

“O tema da memória me acompanha desde o meu espetáculo de formatura na UFRJ, principalmente este diálogo entre a memória coletiva e individual, a relação entre histórias de vida pessoais dentro da perspectiva histórica do Rio de Janeiro e do Brasil. Apesar de a peça ser inspirada no Chico Buarque, ela reconstrói a memória de um personagem de ficção que é uma pessoa comum, ‘gente como a gente’. A gente quer que o público se identifique com a Norma. A história da Norma é toda permeada com as nossas próprias memórias e histórias  de pessoas da família e amigos”, diz Joana Lebreiro.