Montagem brasileira de “O Homem Travesseiro” segue a tradição em premiações

Montagem brasileira de “O Homem Travesseiro” segue a tradição em premiações


Por Rubens Barizon 
Da Redação

Bruce Gomlevsky produz, dirige e atua na peça  “O Homem Travesseiro” do dramaturgo inglês Martin Mc Donagh. A montagem  está relacionada para se apresentar no Festival de Teatro de Curitiba.

“O Homem Travesseiro é uma comédia de humor negro. A peça narra os últimos momentos da vida de Katurian (Bruce Gomlevsky), um escritor que vive em um país fictício da Europa central com regime totalitário. Katurian é preso e interrogado pelos detetives Tupolski (Tonico Pereira) e Ariel (Miguel Thiré), devido ao conteúdo de seus contos e semelhança com uma série de bizarros assassinatos infantis que ocorrem em sua cidade. Em meio ao interrogatório, o escritor descobre que seu irmão doente mental, Michal (Ricardo Blat), além de ser o autor dos crimes, também o incriminou e percebe que será executado, o que o leva a tentar a todo custo salvar suas histórias da destruição e desta forma preservar o que julga ser o bem mais precioso de sua vida: sua obra literária.

O texto já recebeu montagens em diversos países, como Inglaterra, Portugal, Argentina, China e Estados Unidos. A montagem americana estreou na Broadway em 2005 e recebeu o prêmio Tony, além dos prêmios New York Drama Critics Circle Award e Drama Desk Award, ambos de melhor texto do ano.

“A duração de três horas da peça desenvolvida em dois atos e com apenas um intervalo de 10 minutos, não satura o público, que faz o comentário do tempo e do suposto desgaste que poderia eventualmente ocorrer. Porém, com a atuação do Bruce, que não sai do palco nenhum momento do espetáculo, prende a plateia”, diz a produtora executiva do “O Homem Travesseiro”, Priscila Fialho. 

Luiz Paulo Nenen e Thiago Mantovani são os responsáveis pela iluminação indicada ao 25º Prêmio Shell com  “O Homem Travesseiro” e concorrem com os profissionais Adriana Ortiz por “Adeus a carne ou go to Brazil”; Maneco Quinderé por “A primeira vista” e Nadja Naira por “Esta criança”.  

 


Fonte base Secretaria de Cultura do RJ

 

 

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